A gasolina segue financeiramente mais vantajosa para os motoristas de veículos flex. As últimas altas no preço do etanol têm feito com que o derivado da cana de açúcar perca a sua atratividade econômica. Segundo o último levantamento do IPTL (Índice de Preços Ticket Log), quem usou etanol em novembro pagou 1,34% a mais em relação ao mês anterior. De acordo com o estudo, o combustível encerrou o mês a R$ 3,28/l.

As maiores altas do etanol foram registradas no Distrito Federal, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, com 4,53%, 4,06%, 3,82% e 3,72%, respectivamente.

Por sua vez, a gasolina que vinha se mantendo estável no segundo semestre de 2016, sofreu leve queda em novembro de 0,34%, com preço médio de R$ 3,82/l. Com estas alterações, o derivado do petróleo é o combustível mais vantajoso nas 27 unidades da Federação.

Ainda segundo o IPTL, o condutor no Acre é quem pagou mais caro pela gasolina em novembro, R$ 4,16/l. Rondônia e Rio de Janeiro seguem com R$ 4,00/l e R$ 3,97/l. No Distrito Federal e em São Paulo estão os menores preços registrados: R$ 3,50/l e R$ 3,56/l.

O Diesel e o Diesel S-10 tiveram pouca variação (-0,93% e -0,63%) e encerraram novembro a R$3,15/l e R$ 3,25/l, respectivamente. O Gás Natural Veicular – GNV –  teve média de R$ 2,34/m³, variando -0,20% em relação ao mês passado.

Abaixo tabela para consulta:

tabela-combustivel

Mesmo com a vantagem financeira do combustível fóssil sobre o etanol, é importante lembrar que o derivado da cana de açúcar possui diversos outros aspectos competitivos por ser renovável, limpo e autossustentável.  Além disso, reduz significativamente a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa – como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (NO2).

Abaixo, tabela para consulta em cada região: