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Mobilidade na pandemia

Mobilidade na pandemia: motoristas se sentem mais seguros em trabalhar

1 de setembro de 2020 por Ticket Log em Mobilidade
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A Ticket Log realizou um levantamento nacional com cerca de 2 mil usuários das soluções Ticket Car e Ticket Fleet. Isso tudo para entender os reflexos da pandemia na mobilidade.

Sendo assim, ao serem questionados sobre os meios de transporte que transmitem mais segurança nos deslocamentos, 89% responderam que é mais seguro se deslocar com automóvel próprio ou fornecido pela empresa.

Perfil dos participantes da pesquisa

A pesquisa sobre a mobilidade na pandemia destacou a forte participação de profissionais que atuam em setores de serviços essenciais: 80,55% dos participantes.

“O levantamento tem como base majoritária os profissionais de serviços essenciais, ou seja, que continuaram se deslocando para atividades de trabalho durante estes meses de pandemia”, afirma o Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil, Douglas Pina.

“É interessante perceber que existe uma percepção comum de que é mais seguro se deslocar em veículos individuais, onde não existe aglomeração e, consequentemente, o risco de contaminação com o vírus é menor”, completa Pina.

Comportamento de mobilidade durante a pandemia

Carros por aplicativos e táxis foram apontados por 14,5% e 7,9% dos participantes da pesquisa, respectivamente. Já para 24,5% dos entrevistados, as motocicletas próprias também são uma opção, e 14,8% apontam as bicicletas como alternativa segura.

Entre os meios de transporte que de fato estão sendo utilizados para o deslocamento necessário, 92% utilizam apenas carro próprio ou fornecido pela empresa.

Apesar de 81% dos usuários se deslocarem apenas para trabalhar, 58% afirmam que também saem para fazer compras de necessidades pessoais e familiares; 15% vão a hospitais e consultas e 8,6% admitem que saem um pouco de casa para dar uma volta.

Ainda em relação ao uso do automóvel, 51,1% dos trabalhadores afirmam ter sido necessário algum tipo de manutenção do veículo nesse período. Desses, 19,1% tiveram dificuldades em encontrar oficinas mecânicas abertas em sua cidade durante a quarentena.

Impacto da pandemia no valor do combustível

Com o deslocamento, os usuários também puderam responder sobre o cenário do preço dos combustíveis. 

Para 65,5%, ficou mais barato abastecer nos últimos meses, o que foi comprovado pelo Índice de Preços Ticket Log (IPTL), que apontou comportamento de recuo dos combustíveis durante os cinco primeiros meses do ano.

Já no início de junho, o IPTL apontou um leve aumento no preço dos combustíveis, um reflexo dos anúncios de alta no repasse às refinarias.

“Desde o início do ano, o IPTL tem apontado um recuo nos preços dos combustíveis em todo o Brasil. Esse cenário ocorreu até maio. No recorte da primeira quinzena de junho os preços voltaram a subir. Provavelmente, esse aumento trará um leve impacto para os usuários, em especial aqueles que trabalham com atividades essenciais e continuam circulando mesmo durante a quarentena.”, ressalta Douglas.

Crise financeira e cuidados com a família estão entre as maiores preocupações durante a pandemia

O estudo da Ticket Log também avaliou os sentimentos e as preocupações diante da crise causada pela pandemia da Covid-19.

Ao ser questionados sobre quais as maiores preocupações durante esse período, a crise financeira foi apontada por 63,8% dos usuários, seguida pelo risco de contaminação de familiares com a Covid-19, resposta de 62,4% do total.

O afastamento do trabalho e a diminuição da renda são preocupações de 40,60% dos entrevistados, enquanto para 36,14% o medo de morrer ou do falecimento de algum familiar também é eminente.

Não conseguir atendimento médico é motivo de preocupação para 24,6% dos usuários, seguido por 16,5% que se preocupam com a permanência no isolamento social.

Por isso, ao serem questionados sobre como se sentem em meio à pandemia, 47% dos usuários dizem estar preocupados e 27,1% sentem medo e insegurança. Já 30,6% responderam que estão confiantes, e 27% estão otimistas quanto à resolução da crise. A saudade de amigos e familiares foi apontada por 22% dos participantes.

“A maior parte dos usuários que responderam à pesquisa está saindo de casa para trabalhar, portanto é importante que também possamos avaliar como eles estão se sentindo, quais são seus medos e inseguranças. Existe uma preocupação grande, mas também foi apontada uma parcela significativa de otimismo e confiança, conclui Douglas Pina.

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